Localização espacial das superfícies limites entre rochas diferentes no município de Belo Horizonte. Frequência de Atualização: ESTÁTICA
Localização espacial das falhas, as quais são fraturas na rocha ao longo da qual ocorre movimento relativo entre os blocos no município de Belo Horizonte. Frequência de Atualização: ESTÁTICA
O zoneamento geotécnico é um instrumento cartográfico voltado ao planejamento urbano que apresenta a classificação do território municipal de acordo com o comportamento esperado frente a intervenções (como fundações e escavações) e a processos geológicos (como erosão e escorregamentos). Elaborado em escala regional (1:25.000), consitui um guia abrangente que orienta o planejamento, mas não substitui investigações geotécnicas locais detalhadas para a execução de obras específicas. O instrumento estrutura o conhecimento geológico em três níveis hierárquicos: Complexos Litogenéticos, Zonas Litológicas e Zonas Geotécnicas. Desses níveis, apenas as Zonas Geotécnicas descrevem as respostas e suscetibilidades específicas do terreno, sendo a sua delimitação, acompanhada pelo Quadro Sinóptico descritivo, o elemento que define propriamente a essência de uma carta geotécnica. A presente camada trata da Zona Geotécnica, que é o nível de maior refinamento do zoneamento geotécnico. Consiste na subdivisão das zonas litológicas em unidades que apresentam comportamento homogêneo frente às solicitações típicas da ocupação urbana. Esta delimitação utiliza fatores complementares como a orientação e declividade das encostas, as condições hidrológicas e as relações específicas entre as formações superficiais e o substrato. Para compreensão das respostas de cada zona frente às intervenções antrópicas deve-se consultar o Quadro Sinóptico que acompanha o Mapa de Zoneamento Geotécnico do Município de Belo Horizonte. Por uma necessidade de compartimentação geométrica, as zonas geotécnicas foram divididas naquelas representadas por pontos, formando a camada “ZONEAMENTO_GEOTECNICO_3A_ZONA_GEOTECNICA” e naquelas representadas por polígonos, formando a camada “ZONEAMENTO_GEOTECNICO_3B_ZONA_GEOTECNICA”. Frequência de Atualização: ESTÁTICA
O zoneamento geotécnico é um instrumento cartográfico voltado ao planejamento urbano que apresenta a classificação do território municipal de acordo com o comportamento esperado frente a intervenções (como fundações e escavações) e a processos geológicos (como erosão e escorregamentos). Elaborado em escala regional (1:25.000), consitui um guia abrangente que orienta o planejamento, mas não substitui investigações geotécnicas locais detalhadas para a execução de obras específicas. O instrumento estrutura o conhecimento geológico em três níveis hierárquicos: Complexos Litogenéticos, Zonas Litológicas e Zonas Geotécnicas. Desses níveis, apenas as Zonas Geotécnicas descrevem as respostas e suscetibilidades específicas do terreno, sendo a sua delimitação, acompanhada pelo Quadro Sinóptico descritivo, o elemento que define propriamente a essência de uma carta geotécnica. A presente camada trata da Zona Geotécnica, que é o nível de maior refinamento do zoneamento geotécnico. Consiste na subdivisão das zonas litológicas em unidades que apresentam comportamento homogêneo frente às solicitações típicas da ocupação urbana. Esta delimitação utiliza fatores complementares como a orientação e declividade das encostas, as condições hidrológicas e as relações específicas entre as formações superficiais e o substrato. Para compreensão das respostas de cada zona frente às intervenções antrópicas deve-se consultar o Quadro Sinóptico que acompanha o Mapa de Zoneamento Geotécnico do Município de Belo Horizonte. Por uma necessidade de compartimentação geométrica, as zonas geotécnicas foram divididas naquelas representadas por pontos, formando a camada “ZONEAMENTO_GEOTECNICO_3A_ZONA_GEOTECNICA” e naquelas representadas por polígonos, formando a camada “ZONEAMENTO_GEOTECNICO_3B_ZONA_GEOTECNICA”. Frequência de Atualização: ESTÁTICA
O zoneamento geotécnico é um instrumento cartográfico voltado ao planejamento urbano que apresenta a classificação do território municipal de acordo com o comportamento esperado frente a intervenções (como fundações e escavações) e a processos geológicos (como erosão e escorregamentos). Elaborado em escala regional (1:25.000), consitui um guia abrangente que orienta o planejamento, mas não substitui investigações geotécnicas locais detalhadas para a execução de obras específicas. O instrumento estrutura o conhecimento geológico em três níveis hierárquicos: Complexos Litogenéticos, Zonas Litológicas e Zonas Geotécnicas. Desses níveis, apenas as Zonas Geotécnicas descrevem as respostas e suscetibilidades específicas do terreno, sendo a sua delimitação, acompanhada pelo Quadro Sinóptico descritivo, o elemento que define propriamente a essência de uma carta geotécnica. A presente camada trata do Complexo Litogenético, que representa o nível macro do zoneamento geotécnico. Nesta classificação, o território é agrupado em grandes classes com base no modo de formação das rochas e solos ou em condicionantes geodinâmicos comuns. No município de Belo Horizonte, são identificados três grandes complexos: o Complexo Gnáissico (CG), caracterizado pela homogeneidade de formação da rocha sã; o Complexo Metassedimentar (CM), que compartilha traços estruturais relativamente homogêneos apesar da heterogeneidade de litotipos; e o das Formações Superficiais (CS), definido pela ausência de relação genética com o substrato e pela baixa compacidade. Frequência de Atualização: ESTÁTICA
O zoneamento geotécnico é um instrumento cartográfico voltado ao planejamento urbano que apresenta a classificação do território municipal de acordo com o comportamento esperado frente a intervenções (como fundações e escavações) e a processos geológicos (como erosão e escorregamentos). Elaborado em escala regional (1:25.000), consitui um guia abrangente que orienta o planejamento, mas não substitui investigações geotécnicas locais detalhadas para a execução de obras específicas. O instrumento estrutura o conhecimento geológico em três níveis hierárquicos: Complexos Litogenéticos, Zonas Litológicas e Zonas Geotécnicas. Desses níveis, apenas as Zonas Geotécnicas descrevem as respostas e suscetibilidades específicas do terreno, sendo a sua delimitação, acompanhada pelo Quadro Sinóptico descritivo, o elemento que define propriamente a essência de uma carta geotécnica. A presente camada trata da Zona Litológica, que representa o nível intermédiário do zoneamento geotécnico. Consiste na subdivisão dos complexos litogenéticos em unidades litologicamente homogêneas. Neste estágio, a classificação inclui a constituição física do material, distinguindo, por exemplo, o gnaisse de acordo com o grau de evolução de seu manto de intemperismo ou as sequências metassedimentares conforme suas formações litoestratigráficas específicas, como as Formações Cauê, Gandarela ou Cercadinho. Frequência de Atualização: ESTÁTICA
Linhas segmentadas de igual valor de cota altimétrica, variando de 1 em 1m, no município de Belo Horizonte. Frequência de Atualização: ESTÁTICA
Limite espacial definido pela área de abrangência do estudo geológico (município de Belo Horizonte), pela delimitação da Represa da Pampulha e pela delimitação das ilhas presentes na Represa da Pampulha. Frequência de Atualização: ESTÁTICA
Linhas de igual valor de cota altimétrica, variando de 5 em 5m, no município de Belo Horizonte. Frequência de Atualização: ESTÁTICA
Feições lineares, retilíneas ou levemente encurvadas identificadas a partir de interpretação aerofotogramétrica. Podem representar baixos topográficos (vales e drenagens) ou altos topográficos (cristas alinhadas) no município de Belo Horizonte. Frequência de Atualização: ESTÁTICA