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  • Apresenta os perímetros das áreas protegidas pelo IPHAM, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, dentro do município de Belo Horizonte. Imóveis inseridos dentro destes perímetros podem estar sujeitos a diretrizes de proteção e/ou diretrizes especiais de projeto.

  • Localização dos Centros de Referência LGBT no município de Belo Horizonte, no qual é realizado atendimento especializado à população LGBT, com acolhimento adequado, contribuindo para a defesa e promoção dos direitos humanos e da cidadania da população.

  • Referência aproximada da área de estacionamento rotativo destinada para pessoas idosas, no período de segunda a sexta-feira.

  • Referência aproximada da área de estacionamento rotativo destinada para pessoas idosas, aos sábados.

  • Representação territorial da localização da Rede Estruturante de Transporte Coletivo de Belo Horizonte de modo a cumprir os objetivos previstos no Plano Diretor de Mobilidade Urbana de Belo Horizonte conforme Capítulo I do Título XI da Lei 11.181/2019.

  • Realizado com periodicidade anual, o monitoramento radiométrico dos campos eletromagnéticos de estações transmissoras de telecomunicações, também conhecido como radiação eletromagnética, traz as medições realizadas em diversos pontos do município de Belo Horizonte, no ano de 2021, com o uso de aparelhos destinados exclusivamente para este fim. O acompanhamento do monitoramento permite verificar o atendimento ao limite estabelecido na legislação em vigor.

  • A camada Programa Adoro BH Área Adotada consiste em polígonos das áreas correspondentes a praças, canteiros centrais, dentre outras áreas, disponíveis para adoção de acordo com as diretrizes do Programa Adoro BH - Decreto nº 17.786, de 29 de novembro de 2021.

  • A mudança climática é um dos desafios mais complexos do século XXI. Uma das principais preocupações em relação às projeções do clima no futuro remete-se à intensificação e aumento da frequência dos eventos climáticos extremos. O objetivo do presente estudo, coordenado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, foi realizar uma análise de vulnerabilidade climática no Município de Belo Horizonte, considerando o cenário de dados existentes no ano de 2016 e as projeções futuras para o ano de 2030. Foi utilizado o Quarto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (AR4 - IPCC, 2007) que descreve a vulnerabilidade como resultado dos impactos gerados pelos índices de exposição climática e sensibilidade física agregados à capacidade de uma adaptação. Para composição do Índice de vulnerabilidade foram utilizadas informações disponíveis sobre a exposição de riscos associados às alterações do clima, à sensibilidade socioambiental a essas variações e à capacidade do sistema urbano de lidar e se adaptar às condições mais extremas. A Análise de Vulnerabilidade de Belo Horizonte permitiu identificar as áreas mais vulneráveis do município, a partir do cruzamento de índices de Impacto Potencial e Capacidade de Adaptação à inundações, ao deslizamento, à dengue e às ondas de calor. Foram produzidos mapeamentos de vulnerabilidade para dois períodos temporais de análise: para o ano de 2016 e futura (ano 2030).

  • Apresenta áreas que tendem a apresentar o tipo de risco geológico em grau significativo, na escala 1:25000, mapeadas em estudo técnico de 1996, coordenado pela UFMG. Esse mapeamento apresenta, portanto, uma parcela das áreas de risco identificadas a partir de uma escala específica, não excluindo a possibilidade de existência de outras áreas de risco identificadas a partir de outras escalas.

  • Camada contendo o registro oficial georreferenciado das obras em logradouros públicos licenciados em Belo Horizonte com o objetivo de apresentação georreferenciada ao munícipe de todas as obras em logradouros públicos com licenciamento obtido junto ao município, com indicação da posição horizontal das obras, profundidade de utilização do logradouro (subsolo, superficial ou aérea), bem como informações dos responsáveis pela intervenção. A disponibilização da informação publicamente objetiva, em primeiro plano, auxiliar a tomada de decisão pelo poder público ou pela iniciativa privada na escolha das posições de novas redes a serem implantadas, de forma a evitar interferências entre redes e melhorar o controle do uso do espaço público.